Estar na Festa Literária de Paraty, que será aberta nesta quarta-feira (22/7) e vai até domingo (26/7) é um privilégio não apenas para quem ama livros e literatura, quanto para quem gosta de agito, colecionar autógrafos e saber mais sobre o que está acontecendo no Brasil e no mundo. Autoridades, no bom sentido do termo, de todas as áreas estarão por aqui em uma multiplicidade de eventos de deixar qualquer um maluco na hora de escolher qual priorizar. Se começar a citar minha lista aqui, não termino mais.

Claro que é preciso encarar horas de fila, mas costuma valer a pena. O único jeito de evitá-las é comprar com antecedência as mesas do evento principal, porém, além de caras, quando abrem para venda, os principais convidados já estão esgotados. Quem tem acesso a moradores de Paraty, que podem comprar antes, já adquiriram tudo. Cada um que lute com suas armas. Há sempre a possibilidade de assistir de graça no telão da praça, o que também é bacana e confortável, ou pelo Youtube, mas aí nem precisa ir a Paraty.
O restante da programação acontece nas muitas casas parceiras, com entrada gratuita. Mesmo quem não gosta de pegar filas, pode encontrar eventos e discussões incríveis apenas passeando e entrando quando vir algo acontecendo. Sem falar na possibilidade de encontrar e conhecer pessoas interessantes em qualquer lugar.
Durante a Flip, a hospedagem é cara, os restaurantes estão sempre lotados e estacionar o carro é uma aventura. Às vezes, até caminhar fica difícil, não apenas pelas pedras do calçamento, mas pela quantidade de gente. Para mim, tudo isso faz parte da festa. Que venha a maratona literária.
