PaulistanaSP

Estava curiosa para conhecer a Galeria Magalu no Conjunto Nacional. Não pela loja, mas por sua localização, no lugar onde ficava a Livraria Cultura. Fazia tempo que não entrava lá. Durante a curta ressureição da Cultura, o espaço ficou meio caído e não animava a visita.

Mas são muitas as boas lembranças da primeira megalivraria de São Paulo, seu café sempre lotado, a enorme fila do caixa, até a dificuldade de achar um vendedor para ajudar a procurar um livro me dá saudade. E os lançamentos de livros, alguns dobrando quarteirão. Lancei mais de um por lá, inclusive o Almanaque Brasil Socioambiental, do ISA, com uma superfesta, e o Século da Escassez, com a Maru Whately.

Quando entrei na Galeria Magalu, até achei bonitinha, a presença dos eletrônicos me lembrou vagamente a Fnac (a outra megalivraria por onde passava quase todos os finais de semana). Mas tem ainda eletrodomésticos, cosméticos, sapatos e até livros, em uma pequena parte destinada à Estante Virtual.

A proposta até é boa, imagina se o espaço tivesse se tornado supermercado, como a outra parte da Cultura, do outro lado do corredor. Mas topar com o icônico dragão, mantido da loja original, atrás de um Superman mexeu comigo. Lembro de ficar maravilhada ao visitar a Cultura pela primeira vez após a grande reforma, quando a livraria incorporou o cinema e ficou realmente grandiosa. Pelo menos mantiveram o teatro, agora com naming rights (direitos de nome) do Youtube. Tiveram o bom-gosto de deixar o antigo nome, Eva Herz, na porta.

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